Minha veia botânica não apenas foi descoberta nesses dias, como está berrando!
Então, depois de tanto verde em casa, depois de tanto tentar fazer o certo pra minhas plantinhas, comecei a olhar o mundo com olhos diferentes.
Hoje, o caminho no carro pareceu novo. Não olhei pra dentro. Não olhei pro celular. Não olhei pro caminho.
Comecei a reparar nas folhas. Nas densidades, nos tamanhos, nas cores e nos padrões. Comecei a olhar os matinhos que crescem na calçada, as trepadeiras que sobem nas árvores. Comecei a ver e reconhecer fotos que vejo online de tantas plantas lindas que se jogam dos vasos ou sobem pelas paredes.
Percebi, mais uma vez, o quanto tenho facilidade de reconhecer padrões naturais. Eu já havia tido essa sensação quando comecei a pesquisar sobre pedras semipreciosas há um tempo atrás. Reconheço-as com uma facilidade que nem entendo.
A mesma coisa com as plantas. Comecei a reconhecer as espécies como se eu já soubesse desde sempre, e o pequeno empurrãozinho que fotos online dão com os nomes são como se fossem retalhos pra relembrar algo que vem naturalmente.
Não sei exatamente porque, sei que não parece ter muito sentido, mas é como se isso me fizesse sentir uma conexão intrínseca do mundo comigo. Talvez um conhecimento antigo latente, de antes de mim. Algo de sagrado feminino, de reconhecer ervas, temperos, vida, deve caber aqui.
Logo no carro, comecei a fazer planos e assim que pude, fotografei algumas folhas. Decidi que, um dia desses, assim que eu conseguir mais vasinhos e que esses cortes que tenho em casa criarem suas raízes e passarem para a terra, vou sair de carro com uma tesoura em um dia qualquer, e vou sair cortando pedaços de plantas por aí pra propagar em casa.
Agora, além da lista de plantas para ter, vou começar a escrever os endereços delas, que um dia, um pedacinho delas vai vir morar comigo e vou tentar fazê-los viver. Se tem um pedacinho da botânica que nunca duvidei que eu amava, era o gostinho bom que dá quando conseguimos ver uma resposta de uma planta.
Uma raiz, um germinar, uma folha nova, um desabrochar, uns centímetros a mais. Simplesmente, amo!
Um dia vou visitar essas lindinhas de novo, levar uns pedacinhos pra casa, e tentar criar :)
Então, depois de tanto verde em casa, depois de tanto tentar fazer o certo pra minhas plantinhas, comecei a olhar o mundo com olhos diferentes.
Hoje, o caminho no carro pareceu novo. Não olhei pra dentro. Não olhei pro celular. Não olhei pro caminho.
Comecei a reparar nas folhas. Nas densidades, nos tamanhos, nas cores e nos padrões. Comecei a olhar os matinhos que crescem na calçada, as trepadeiras que sobem nas árvores. Comecei a ver e reconhecer fotos que vejo online de tantas plantas lindas que se jogam dos vasos ou sobem pelas paredes.
Percebi, mais uma vez, o quanto tenho facilidade de reconhecer padrões naturais. Eu já havia tido essa sensação quando comecei a pesquisar sobre pedras semipreciosas há um tempo atrás. Reconheço-as com uma facilidade que nem entendo.
A mesma coisa com as plantas. Comecei a reconhecer as espécies como se eu já soubesse desde sempre, e o pequeno empurrãozinho que fotos online dão com os nomes são como se fossem retalhos pra relembrar algo que vem naturalmente.
Não sei exatamente porque, sei que não parece ter muito sentido, mas é como se isso me fizesse sentir uma conexão intrínseca do mundo comigo. Talvez um conhecimento antigo latente, de antes de mim. Algo de sagrado feminino, de reconhecer ervas, temperos, vida, deve caber aqui.
Logo no carro, comecei a fazer planos e assim que pude, fotografei algumas folhas. Decidi que, um dia desses, assim que eu conseguir mais vasinhos e que esses cortes que tenho em casa criarem suas raízes e passarem para a terra, vou sair de carro com uma tesoura em um dia qualquer, e vou sair cortando pedaços de plantas por aí pra propagar em casa.
Agora, além da lista de plantas para ter, vou começar a escrever os endereços delas, que um dia, um pedacinho delas vai vir morar comigo e vou tentar fazê-los viver. Se tem um pedacinho da botânica que nunca duvidei que eu amava, era o gostinho bom que dá quando conseguimos ver uma resposta de uma planta.
Uma raiz, um germinar, uma folha nova, um desabrochar, uns centímetros a mais. Simplesmente, amo!
Um dia vou visitar essas lindinhas de novo, levar uns pedacinhos pra casa, e tentar criar :)
Por enquanto, os endereços delas entram na minha agenda.
Acho que estou virando uma Crazy Plant Lady. Será? :P



Comentários
Postar um comentário