Hoje foi um dos dias perfeitos.
Acordei leve, café, bloguinho novo, orquidinha ressuscitada, almoço saudável. Meu presente chegou do correio, pizza pra comemorar, pipoca, filminho, chamego e leitura.
O filme era forte. Tinha uma cena das que me revira o estômago. Mas, era um filme de retorno às raízes. De força, beleza, sororidade. Um filme de amor e carinho, onde duas irmãs mostram como aceitar a natureza feminina de silenciar, dançar, intuir, nutrir, alimentar, curar. Mulheres fortes que juntas se bastam. Em que um bebê não era um luxo, nem uma cobrança, nem um fardo, mas uma vida independente que traria esperança, como é pra ser. Um filme onde a nudez não era sexual, mas natural, e a cura estava na paciência, nos conhecimentos antigos, no retorno à ancestralidade e no reconhecimento de cortar e queimar o que traz sombra, sem medo de renascer. No escuro da floresta.
Esse foi um dia de muitos amores em detalhes, que deixou um gosto bom na boca.
Um dia que termina gostoso como começou.
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